segunda-feira, 23 de abril de 2018

BRASIL É VÍTIMA DOS PAÍSES VIZINHOS: Bolívia, Peru, Venezuela, Paraguai e Colômbia


BRASIL É VÍTIMA DOS PAÍSES VIZINHOS:  Bolívia, Peru, Venezuela, Paraguai e Colômbia

Aurélio Bolsanello, ex-professor titular da Medicina em Genética Médica  e ex-membro do Conselho Estadual de Entorpecentes do Estado do Paraná.
Suas avaliações nos são preciosas, vejam:  

DEZ CONSIDERAÇÕES GENÉRICAS SOBRE AS DROGAS
01- As drogas sitiam o Brasil: somos um país assediado pelas drogas. O que havia de pior em termos de expansão de mercado acontece entre nós. Indivíduos do submundo das drogas, controlados por traficantes de países vizinhos organizam seus próprios cartéis e SEMEIAM AS DROGAS por todos os cantos do país;
02- A atual crise brasileira é real por se alimentar do contrabando de ARMAS E DROGAS;
03- O tráfico das drogas AMEAÇA A CADA UM DE NÓS através da violência que incentiva, da corrupção que origina e pela decadência física e moral que cria;
4- O comércio desprezível das drogas e os crimes associados a ele tem efeitos de VERDADEIRA DEVASTAÇÃO tanto sobre a sociedade quanto sobre a economia do país;
5- Os fatores que fazem as pessoas consumirem drogas NÃO SE RELACIONAM COM AS LEIS. As leis servem apenas para decidir como impedi-las que cheguem ao consumidor e  para onde encaminhar as vítimas delas;
6- A falta de diretrizes eficazes é o maior obstáculo ao correto combate à drogas. Nas drogas SE COMBATE UM EXÉRCITO DIFUSO DE INIMIGOS;
7- Mais da metade de nossos jovens (56%) NÃO RECONHECEM LIMITES: vivem um individualismo frenético que, não raro, deriva para as drogas e a violência;
8- Hoje, PERDEMOS A LIGAÇÃO COM O SUPERIOR, o cultural, o espiritual: sobreveio o desencanto pela vida, o medo, a exploração sexual, a droga; 
9- A que profundidade pode chegar a DESGENERESCÊNCIA DOS COSTUMES   quando a droga entra na vida do cidadão. A droga faz com que tenhamos um enorme contingente  de deserdados da vida;
10- Partipacionismo inconsciente: perverter a mente e ESCRAVIZAR NAS DROGAS. 

domingo, 22 de abril de 2018

IDOSOS EM PÂNICO: INFLAÇÃO DE 3,48% E REAJUSTE DE 13% EM 2018


 
 
Valor oficial sai em maio. Operadoras temem reação dos consumidores diante de perspectiva de inflação de 3,48%
Todos esperavam a redução da velocidade da inflação, resultasse nos reajustes dos planos de saúde voltasse à casa de um dígito, que ocorreu em 2013 (9,04%, para uma inflação de 5,91%), em 2014 (9,65% para uma inflação de 6,41%). Em 2015, a inflação bateu em 10,67% e os planos foram reajustados em 13,55%, índice que subiu a 13,57% em 2016 (inflação de 6,29%) e em 2017, quando o IPCA baixou a 2,95%, mas a febre inflacionária dos planos de saúde permaneceu em 13,55%.   

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Diário do Poder, 20/04/18:                                                                                         ANS trama ‘franquia’ e planos de saúde celebram
Fiel ao impressionante histórico que garante lucros siderais aos planos de saúde e prejuízos aos usuários, a “agência reguladora” ANS está tramando mais uma medida contra os cidadãos: a adoção de “franquia” nos planos de saúde, semelhante ao de seguro de carros. Segundo o mecanismo, celebrado pelas operadoras, além das mensalidades os clientes também terão de pagar por consultas e demais procedimentos.

Para a ANS, que parece composta de robôs a serviço das operadoras, a cobrança vai “melhorar” os planos. E aumentar os lucros, faltou dizer.


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por Luciana Casemiro - 19/04/2018  
RIO - O índice de reajuste de planos de saúde individuais ou familiares só deve ser divulgado em maio pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mas fontes do mercado apostam num percentual semelhante ao do ano passado, em torno de 13%. Para os planos coletivos com até 30 pessoas, o percentual variou entre 20% e 30%, em 2017. O setor teme a reação dos consumidores diante da perspectiva de inflação para este ano de 3,48%, segundo a última estimativa do Boletim Focus, do Banco Central. O limite só é válido para cerca de 20% dos contratos do setor. Para os outros 30 milhões de beneficiários de planos coletivos, o reajuste é livre, tendo chegado à casa dos 40% em alguns casos em 2017.
— Teremos a inflação mais baixa dos últimos 20 anos, em torno dos 3%, e um reajuste na casa de dois dígitos. A nossa luta é informar melhor o nosso consumidor para poder ser compreendido — disse João Alceu Amoroso Lima, presidente da Comissão de Comunicação da FenaSaúde, na abertura do 2º Encontro de Comunicação da Saúde Suplementar, cujo tema foi o reajuste de planos de saúde.
Marilena Lazzarini, presidente do Conselho Diretor do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), por sua vez, diz que o setor precisa entender que vivemos uma crise:
— O país está vivendo uma crise e todos os setores diminuíram as suas receitas, mas a a saúde suplementar quer continuar crescendo. E a pior parte da história é que o limite de reajuste é só para os individuais, que também não têm opções, já que nos planos coletivos esses percentuais podem ser ainda mais altos. E as empresas querem crescer vendendo “planinhos”e comparando o consumidor a carros, como faziam antes da lei de planos de saúde há 20 anos — diz Marilena, numa referência à adoção de franquia pelos planos de saúde.
José Cechin, diretor executivo da FenaSaúde, por sua vez, diz que os reajustes altos também não são bons para as empresas. Ele explica que se o consumidor perde a sua capacidade de pagamento, quem deixa o plano, num primeiro momento, é beneficiário sadio. Isto significa que reduz o equilíbrio na carteira já que quem fica é aquele que precisa de tratamento e que gera maior custo. Mudar a inclinação da curva da variação de custo, no entanto, diz Cechin, depende de vários fatores, inclusive do comportamento do consumidor:
— O consumidor precisa entender, por exemplo, que nem sempre fazer exames é bom. E tem que aprender a perguntar ao médico porque repeti-los se fez na semana anterior. Passa também por uma mudança na formação do médico, que ele aprenda economicidade, fazer o melhor pelo menor custo. É preciso mudar a forma de remuneração dos hospitais para que se garanta valor sem estimular o desperdício. E ainda temos as questões dos materiais, há casos de aumentos que correspondem a dez vezes o IPCA. É preciso verificar se há concorrência nesse mercado — conclui Cechin.
A diferença entre a inflação geral e variação de custo médico-hospitalar não é mais uma das jabuticabas brasileiras. Segundo levantamento apresentado pelo Instituto Estudos de Saúde Suplementar (IESS), em 18 países, essa é uma questão que aflige inclusive os mais desenvolvidos, como Reino Unido e Canadá, em que a variação é, em média, respectivamente 2,9 e 4,7 vezes a inflação geral.
Desde o último aumento, no ano passado, a ANS trabalhava numa nova fórmula de cálculo para o reajuste nos planos individuais. A meta era dar mais transparência, uma crítica frequente dos órgãos de defesa do consumidor, e previsibilidade. De três em três meses o consumidor poderia verificar a tendência de reajuste. Apresentado em março à diretoria colegiada da agência, o novo modelo garantiria um reajuste menor este ano, além de dar clareza à fórmula de cálculo. No entanto, foi rejeitado pela maioria dos diretores e não poderá ser usado para o cálculo de 2018. A proposta de mudança de modelo coincide com a divulgação do relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que identificou falhas na definição de tetos de reajuste para a ANS e determinou que a agência reguladora faça mudanças para melhorar o controle e evitar aumentos abusivos.
— O relatório do TCU reforça o que o Idec e outras entidades dizem há anos, que a ANS não vêm atuando como deveria no controle dos reajustes. Só a agência e as empresas sabem como é feito esse cálculo, para os consumidores ainda é uma caixa preta. O que tribunal mostra é que falta zelo e fiscalização nos índices dos reajustes dos coletivos que são, pelo que entendemos, uma parte importante da formulação do percentual de aumento dos individuais — reforça Marilena.
Fontes do setor dizem ainda que as empresas temem que em um ano eleitoral parta do legislativo alguma nova regulação que possa vincular o reajuste dos planos de saúde a um índice geral de preços como o IPCA, por exemplo.
— Isso poderia comprometer a sustentabilidade do setor. Historicamente, o aumento dos custos médico-hospitalares são mais altos do que a inflação média. Mas já há casos de empresas que conseguiram fazer um reajuste com percentual correspondente à metade do teto estipulado pela ANS no ano passado, com mudança de gestão e sem prejudicar seu balanço — afirma um executivo do setor.
A mudança de modelo assistencial é vista como a única saída para reduzir a diferença entre os custos médicos e hospitalares e a inflação geral da economia (medida pelo IPCA). Para Reinaldo Camargo Scheibe, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), essa mudança demandará um esforço conjunto dos ministérios da Saúde, da Fazenda, do Planejamento e da Educação, das operadoras, da agência reguladora e dos prestadores de serviço.
— Falta uma política de gestão de saúde no Brasil. E não se pode pensar em separado saúde suplementar e pública, até porque precisamos pensar e gerir de melhor maneira os recursos disponíveis. Temos que pensar desde a formação nas universidades de medicina, para avançar num modelo de assistência que privilegie a qualidade e o resultado para o paciente e não promova excesso de procedimentos. Não faz sentido que sejamos o país que mais realiza tomografias — exemplifica Scheibe.
Segundo Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, dos dez países com maior diferença entre a variação de custo médico-hospitalar e inflação, seis têm como modelo de remuneração o de pagamento por serviço (fee for service). A mudança para um sistema de pagamento por diagnóstico ou pacote, diz Carneiro, tem se mostrado eficaz na redução de custos e na melhora na qualidade da prestação do serviço.
— A África do Sul, por exemplo, que tem um mercado de saúde suplementar semelhante ao nosso fez essa mudança e hoje tem um custo muito próximo ao da inflação geral (1,6) — exemplifica Carneiro.
Próxima Planos de saúde individuais devem ter reajuste de 13%, estima o mercado
Planos de saúde individuais e familiares devem ficar até 19% mais caros
Os idosos estão pânico com a notícia de aumento do valor das mensalidades em 19% e mais uma grande leva idosos não terá condições de pagar os planos de saúde e agravará ainda mais o SUS. Será mais uma maldade da Agência Nacional de Saúde - ANS com os velhinhos.
Percentual de dois dígitos é defendido pelas operadoras para cobrir inflação médica; ANS não confirma, mas admite que alta de custos dos serviços ultrapassa os índices de carestia
 No ano passado, a Agência Nacional de Saúde (ANS) tinha autorizado um aumento de 13,57%
Os consumidores podem se preparar para um aumento de dois dígitos nos planos de saúde individuais e familiares este ano. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão que autoriza o reajuste, não confirmou a alta de 14% ventilada esta semana. No entanto, especialistas do setor estimam que, para acompanhar a elevação dos preços médicos, a correção nos valores dos planos pode chegar a 19%. Bem acima, portanto, da inflação oficial. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2016, foi de 6,29%. Para 2017, a estimativa do Banco Central é de 3,6% e a do mercado, de 4,10%.
Fonte: CORREIO BRAZILIENSE, 07/04/2017  por Simone Kafruni